sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Dois.

O começo é sempre uma incógnita, a duvida é inevitável, mas a questão é, arriscar a tentativa ou continuar amedrontado e retrair-se?

Depois de um certo tempo, eles vão se acomodando, vão acostumando com a situação. A experiência passa a ser menos relevante, e eles se conhecem melhor, mesmo que por pouco tempo.
A confiança é digna aqueles que a constroem, com bases resistentes, não dependendo necessariamente do tempo mas sim das ações, das atitudes em geral. E sendo assim, eles vão ficando mais próximos, cada vez mais.
Eles conversam sobre coisas desnecessárias, eles almoçam, passam a tarde juntos, eles ficam horas a fio no sofá fazendo nada mais do que nada, aos domingos eles vêem filmes, e aos sábados procuram sair, nenhum dia é terminado sem pelo menos uma conversa, nem que seja por telefone; eles se ajudam, eles sedem conselhos um para o outro, eles caminham de mãos dadas e dão beijos substituindo um ‘oi’, eles riem de coisas fúteis, e fazem planos incertos, eles gostam de estarem juntos.

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